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Author Topic: Infelizmente este é o Brasil em que vivemos  (Read 1425 times)

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Offline JuliRosi

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Infelizmente este é o Brasil em que vivemos
« on: January 16, 2010, 11:39:00 AM »
http://sinuhe-quadros.com/2009/12/26/caso-sean-goldman/
Infelizmente este é o Brasil em que vivemos!
 
O nosso sistema judiciário é uma vergonha, se dão ao luxo de perder tempo em decidir causas óbvias, como esta. Gostaria de saber a resolução sobre os pilotos americanos que pilotavam o Legacy que resultou no acidente com o Boeing da Gol? E quantas crianças existem em situação similar aqui dentro do país? Que são seqüestradas e as “autoridades” não se comprometem como deveriam? Ou a extradição do terrorista Cesar Battisti (condenado para prisão perpétua), que ocorreu em dias?
Sean, chegando na embaixada dos EUA

A lei brasileira dispõe que se uma criança tem pai e mãe, e um dos dois morre, a guarda (antes compartilhada) passa a ser do sobrevivente. É mais que óbvio que a justiça brasileira deveria ter liminarmente dado a guarda ao pai biológico.
Somente no Brasil acontece este absurdo de uma ação tão óbvia, com um desfecho tão óbvio, durar cinco anos… Claro, durou este tempo todo porque os advogados da família brasileira agiram para que isto acontecesse, com a leniência da nossa justiça. O pai verdadeiro ficou sem ver o filho por cinco anos. Ninguém aqui pensou nele mas muitos torciam para a avó só porque o cara é americano.
Agora que o Sr. Ministro Gilmar Mendes finalmente fez algo que presta, a avó vem dizer que é injustiça. Ora, minha senhora, a lei americana também lhe dá o direito de visitação e para sua sorte a ação lá, não vai durar cinco anos, como fizeram seus advogados aqui. Por outro lado, entendo a dor da avó, mas já passou da hora de alguém dizer para esta mulher parar de falar bobagem em público. “O governo americano não me deixou viajar junto com meu neto.” O vôo era fretado. Quem determina quem pode ou não embarcar é quem paga.
Imagine se fosse o contrário. Ela teria deixado o pai biológico embarcar junto? Dizer também que vai “cobrar” do governo brasileiro uma ajuda também é um disparate. Ela tem todo o direito de ir à justiça americana pleitear seu direito de visitação, mas se o governo bancar qualquer despesa para que isto ocorra, quantos teriam que ter o mesmo direito? Por fim: se houve pressão do legislativo americano para que a decisão correta fosse tomada, sorte dos americanos que têm parlamentares decentes, que trabalham, e não esta escória que temos aqui. Que país é este