Welcome, Guest. Please login or register.

Author Topic: Grandma doesn't know when she can see Sean  (Read 2541 times)

0 Members and 1 Guest are viewing this topic.

Offline JuliRosi

  • Veteran Member
  • *****
  • Posts: 622
Grandma doesn't know when she can see Sean
« on: February 22, 2013, 04:17:53 PM »
G1 -  22/02/2013
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/02/apesar-da-decisao-judicial-avo-ainda-nao-sabe-quando-podera-ver-sean.html
 
22/02/2013 10h36                  - Atualizado em                   22/02/2013 14h38                             Apesar de decisão judicial, avó ainda não sabe quando poderá ver SeanJustiça de Nova Jersey reduz exigências para avó encontrar com o menino.
Silvana Bianchi espera quando a decisão vai entrar em prática.Cristina Indio do Brasil                                                                                         Do G1 Rio102 comentários Sean Goldman: advogado  da avó contesta declarações do pai do menino (Foto: Reprodução TV)Sean Goldman: família brasileira está sem notícias
   dele há 3 anos (Foto: Reprodução TV)
   A Justiça do estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, considerou inadequadas as exigências feitas por David Goldman pai do menino Sean, de 12 anos, para que a avó materna Silvana Bianchi possa encontrar com o neto, mas ela ainda não tem uma expectativa de quando vai poder ver o menino. A informação foi dada pela família brasileira de Sean e noticiada nesta sexta-feira (22) pelo colunista Ancelmo Gois, de O Globo.
    “É um avanço claro. Agora há uma decisão judicial sobre itens absurdos para estar com a criança, mas como não há boa vontade pelo lado paterno pode ser que se arraste por mais um ano. Quero ver como vai ser na prática, porque na teoria é uma coisa e na prática é outra”, disse Silvana em entrevista ao G1.saiba mais   Segundo a avó, há 3 anos e 2 meses as duas partes estão buscando um acordo para que a família brasileira encontre o menino. “O que me é pedido são coisas absurdas”, afirmou. Entre as exigências, está a da avó não falar em português com o neto e pagar os gastos do pai na discussão do processo na Justiça.
Advogados
   De acordo com Silvana Bianchi, faz 2 anos e 3 meses que ela não tem qualquer tipo de contato com o neto. Dois advogados estão atuando no caso em nome da família brasileira - Carlos Nicodemos e Frans Nederstigt.
   A nova decisão é em âmbito da Justiça estadual de Nova Jersey e agora, segundo Carlos Nicodemos, eles estão analisando se é possível que ela seja discutida em nível federal com base na convenção de Haia, da qual o Brasil é signatário. Entre outros pontos, a convenção trata de casos de subtração ou retenção indevida de crianças. “O processo sobre o prazo para o encontro com o menino pode ser mais rápido se a decisão for em âmbito federal considerando a convenção de Haia”, explicou.
   Carlos Nicodemos disse ainda que desde novembro a família aguarda uma intervenção da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, para que possa haver uma visita consular ao menino. Ele explicou que desde o estado de Nova Jersey foi atingido pelo furacão Sandy a família não tem informações sobre a criança.”Estamos esperando pela ministra Maria do Rosário para conseguir uma visita consular para verificar qual é o estado do Sean. Nós não sabemos nem a localização dele”, informou em entrevista ao G1.
   Nicodemos esclareceu ainda que a ação na justiça americana feita pela família brasileira em momento algum está questionando a guarda de Sean, mas sim a permanência de encontros entre o menino e a avó. “A guarda não está sendo discutida. Só a visita. Não estamos em momento algum questionando a decisão sobre a guarda”, completou.
Disputa judicial
   A disputa judicial pela guarda do garoto começou depois da morte da mãe de Sean, Bruna Bianchi, em 2008. Antes da decisão da Justiça brasileira autorizando a permanência do garoto com o pai biológico, Sean morava no Brasil havia quase 5 anos, após ter sido trazido dos Estados Unidos pela mãe. Já no Brasil, Bruna Bianchi se separou de David e se casou com o advogado João Paulo Lins e Silva. Em 2008, após a morte de Bruna, o padrasto ficou com a guarda provisória da criança. David Goldman, no entanto, entrou na Justiça e pediu o retorno da criança aos Estados Unidos, o que aconteceu em dezembro de 2009.
 
 Google Translation:
Despite court ruling, Grandma does not know yet when you see Sean

Justice of New Jersey reduces requirements to meet the boy grandmother.
Silvana Bianchi expects when the decision will come into effect.



Indio Cristina of Brazil From Rio G1


Sean Goldman: Grandma's lawyer disputed statements from the boy's father

The Justice of the State of New Jersey, in the United States, considered inappropriate demands made by David Goldman boy's father Sean, 12, that her maternal grandmother Silvana Bianchi can meet with her grandson, but she still has no expectation when you would see the boy. The information was given by the Brazilian family of Sean and reported on Friday (22) by columnist Ancelmo Gois, O Globo.

 "It is a clear step forward. Now there is a court ruling on absurd items to be with the child, but as there is goodwill on the paternal side can drag it for another year. I want to see how it goes in practice, because in theory is one thing and practice is another, "Silvana said in an interview with G1.

override know maisSTF refusal decision ordering Sean to his father delivering
Brazilian grandmother makes birthday party for Sean and put video on the web
Lawyers talk about interview of Sean Goldman to American TV

According to the grandmother, 3 years and 2 months the two parties are seeking an agreement for the Brazilian family find the boy. "What I claim is absurd things are," he said. Among the requirements, is the grandmother did not speak Portuguese with his grandson and pay the expenses of the father in the discussion of the case in court.

Lawyers
 According to Silvana Bianchi, is 2 years and 3 months she has any contact with his grandson. Two lawyers are prosecuting the case on behalf of the Brazilian family - Carlos Nicodemus and Frans Nederstigt.

The new decision is in the context of the State Court of New Jersey and now, according to Carlos Nicodemus, they are considering whether it is possible for it to be discussed at the federal level based on the Hague Convention, to which Brazil is a signatory. Among other things, the Convention deals with cases of abduction or wrongful retention of children. "The process over the long term to meet the boy may be faster if the decision is federally considering the Hague Convention," he explained.

Carlos Nicodemus said that since November the family awaits action by the Minister on Human Rights, Maria of the Rosary, so that there may be a consular visit to the boy. He explained that since the state of New Jersey was hit by Hurricane Sandy family has no information about the child. "We are waiting for Minister Maria do Rosario to get a consular visit to ascertain the status of Sean. We do not even know the location of it, "said in an interview with the G1.

Nicodemus also clarified that the action in the American justice made by Brazilian family at any time is challenging custody of Sean, but the permanence of meetings between the boy and his grandmother. "The guard is not being discussed. Just visiting. We're not at any time questioning the decision on custody, "he added.

Judicial dispute
 The legal battle for custody of the boy began after the death of Sean's mother, Bruna Bianchi, in 2008. Before the court's decision authorizing Brazil to stay with the boy's biological father, Sean had lived in Brazil nearly five years after being brought from the United States by the mother. In Brazil, Bruna Bianchi and David split from married lawyer Joao Paulo Lins e Silva. In 2008, after the death of Bruno, the stepfather got the temporary custody of the child. David Goldman, however, filed a lawsuit and requested the return of the child to the United States, which happened in December 2009.